31 março 2006

Pedradas

A semana foi meio doída no bolso. Revisão do carro, instalação de cozinha, uma conta astronômica de telefone e roupas. Mas, como são coisas que valem a pena (fora o telefone), tô tranqüilo. Pior se faltasse grana pra fazer essas coisas!

Conforme prometido


Taí a foto com o sol. Foi tirada ontem, depois do almoço. Nos próximos dias, mando mais fotos (apesar de algumas críticas)...

30 março 2006

Shortcut 7

– Pra quê essa pressa? – indagou Rubão.
– Porque eu tenho que sair, ué – replicou Régis.
– Apressado come cru – respondeu o amigo.
– Nada a ver – foi a resposta.
O fato era que Régis tinha pressa, e a pressa realmente é inimiga da perfeição. Como pode ser visto neste post. Fui! Até amanhã!

De volta

Depois de vários dias passando fome, voltei a receber hoje um bombom... Vai entender...

Faltou...

Ontem não deu tempo de fazer shortcut. Tava no fechamento do jornal. Fico devendo um, mas pago logo. Juro que não será como na história do Jones...

29 março 2006

Mais foto

Caxias vista da minha sacada. Vista, na verdade, é força de expressão, porque hoje é um dia de chuva e cerração. Essa foto foi tirada às 13h30min.
Quando fizer sol de novo, faço outra foto.

Apê - a missão
















A sala do meu apartamento aqui em Caxias. A primeira parte dela, com a mesa, e, depois, sofá, rack e sacada. Nas paredes, autênticos Mariângela Ferreira.
Nos próximos dias, continuo mostrando o apê.

28 março 2006

Soneira

Hoje foi um dia de sono. Talvez por causa da chuva. Sorte que, além de trabalhar, fiz outra coisa de útil: mandei meu carro pra revisão. Já tá consertado, mas foi uma facada! Ugh!

Shortcut 6

Sven sofria de crises de criatividade. Levando-se em conta sua profissão, o problema ganhava dimensões homéricas. Tendo em vista o compromisso assumido com a editora, achava que não tardaria a hora de dar um grito, berro, urro de desespero.
Eis que a hora chegou. A editora entrou no quarto e, sentada, exigiu a entrega do combinado. Sven, o stripper, baixou a cabeça e só esperou por mais uma noite de vergonha.

Troca-troca-troca-troca

A casa do Palocci caiu por culpa do... caseiro!
Pela lógica, isso mudaria um velho ditado: casa de ferreiro, espeto de... ferro!
E a oposição, o que diz?
Outro ditado: pimenta, ou melhor, mantega nos olhos dos outros é colírio!
Não, não li ou ouvi nada disso acima em lugar nenhum. Saiu tudo da minha cabeça mesmo, pra verem como minhas viagens não têm limite! Por bem ou por mal.
E, pra fechar a noite, só falta eu entrar naquela comunidade do Orkut chamada "Lula, faz um supletivo!".
Boa noite, tô indo dormir. Até amanhã (hoje, no caso).

PS: escrever o post acima ouvindo um melancólico Radiohead não chega a ser um contra-senso? Ou faz o maior sentido, subliminarmente falando? Ah, e antes que desconfiem, acusem, condenem e transitem em julgado, não bebi nada! Escrevo totalmente sóbrio. É que às vezes eu fico meio louco mesmo. Como diria Reginaldo, The King, são apenas devaneios!

27 março 2006

Renteria, o saci


Boa essa do Renteria de comemorar com gorro e cachimbo do Saci, pulando numa perna só, o gol contra o São José. Só que, realmente, ficou a pergunta no ar: onde e como ele guardou o cachimbo, dentro do calção? Fica meio estranho, mas tudo bem...

Shortcut 5

Poucos amigos se davam tão bem quanto Francesca e Vittorio. Jovens e bonitos, sempre foram vítimas das más línguas, insinuantes de que aquela amizade tinha um quê de colorida. Deixa estar, dizia ela. Isso mesmo, completava ele.
– Vittorio... – sussurrou Francesca, sentada na cama do amigo.
– Sim?– perguntou ele, escovando suas próprias melenas douradas.
– E se descobrirem que a gente está aqui, juntos, nos seus aposentos?
– Azar deles, ué! Na minha cama, só deita quem eu quero, meu bem!
– Que bom que você pensa assim!
– Claro! Agora, se você não se importa, linda, tá na hora de ir embora. Eu sei que a gente não fez nada, mas se o Pietro chegar e ver você aqui, ele me mata! É que eu sou só dele! Hihihihihi...

26 março 2006

Gauchão

Resultados finais do Gauchão:
São José-PoA 2 x 6 Inter (com time reserva)
Grêmio 2 x 0 Veranópolis
Gre-Nal na final. O primeiro é sábado, no Olímpico. Alguém aponta um favorito?

25 março 2006

Shortcut 4

Oleg e Nikolai eram grandes amigos. Daqueles de infância. Cresceram, estudaram e aprenderam a dureza da vida. Sempre juntos. Inseparáveis. E com pontos de vista parecidíssimos sobre tudo. Menos em uma coisa.
Oleg era torcedor do Lokomotiv, e Nikolai gostava do Spartak. Grandes rivais. Mortais. Um não perdoava o outro na gozação das vitórias e derrotas – a flauta ficava acima de tudo na vida. Futebol não é muito forte por aquelas bandas, mas eles davam pouca bola. Até porque um ganhava num ano e o outro, no outro. Assim sempre foi. Empate total.
Até o dia em que apareceu em cena um bilionário do setor petrolífero. Não, ele sequer desconfiava da existência de Oleg e Nikolai. Mas comprou o CSKA, clube rival do Lokomotiv e do Spartak. E, com uma grana para lá de suspeita, montou um timaço e passou a ganhar tudo no país por um longo período. Ao Spartak e Lokomotiv, sobrava o revezamento como vice.
E a Oleg e Nikolai, o que restava? Frustração. Fracassados que eram, pobres, alcoólatras e, agora, perdedores também no futebol. Alguma coisa tinha de ser feita. E foi mesmo. Unida em tudo, a dupla sacramentou também a união no esporte. Passou a torcer pelo CSKA. E a engolir litros e litros de vodka, feliz com a nova vida. Nikolai e Oleg, melhor do que ninguém, conheciam o gosto de ser vencedor.

Aliás...

Ontem eu ouvi (na verdade li, porque foi pelo MSN) que meu blog é muito pessoal. Que as pessoas, mesmo sem me conhecerem direito, acabam sabendo de muita coisa. Bah, eu acho legal isso. Nunca pensei em objetivo com o blog, nem em massagem no ego, mas é bom ouvir (ler, no meu caso) uma coisa dessas. Gostei.
E prometo responder os comentários de todos, mesmo os anônimos. Como são tão poucos – em todos os sentidos – acho que eu dou conta do recado.

Ah, faltou no post anterior: vou aproveitar a tarde pra ver se compro algumas roupas. Tô precisando renovar a coleção. E, se der na telha, olho o Capote. O cara escreveu o que consideram a bíblia do jornalismo e eu ainda não li.
Aliás, tô ainda na biografia do Senna. Vale a pena. Se alguém quiser, posso emprestar o livro.

Programação

O sabadaço vai ser parte em Caxias, parte em Venâncio. Eu ia viajar cedo, mas acabei ficando pra correr de kart em Farroupilha, às 19h. Falam que o esquema é profissional, e eu não consegui dizer não. Ruim vai ser pegar a estrada todo dolorido depois, mas faz parrrrrte...

24 março 2006

Shortcut 3

– Já te falei. Desiste – afirmou Marie.
– Não vou desistir. Sou francesa e não desisto nunca! – retrucou Juliette.
– Mon amour, ele não quer saber de ti. Cai na real, sil vouz plaît – devolveu a amiga.
Juliette parou e pensou. Jovem, ávida por novas experiências, ela era a determinação em pessoa. Aceitar assim o "conselho" seria uma derrota intragável.
– Não, não e não! – gritou, dando indícios de desespero.
– Juliette, como você é tonta! Isso vai doer muito em você – atacou Marie, perdendo o que lhe restava de paciência.
Mas Juliette realmente não desistia nunca. Decidida, olhou para ele, que observava as duas de longe com um ar blasè, quem sabe rindo por dentro da situação. O que o animal estaria pensando?
A francesinha pagou para saber. E provou que Marie estava coberta de razão. Juliette voltou irritada e com uma ferida no braço, fruto de uma mordida. O cãozinho de rua não gostara da idéia de ter uma dona.

O 15 é fogo!

Eles estão fora da Copa do Brasil. Eliminados pelo 15 de Campo Bom. Realmente, uma pena! Quero só ver como será na final do Gauchão. Goleadas? Acho brabo. Mas o Inter vai mesmo ser penta.

23 março 2006

Shortcut 2

Enrique divagava. Sua vida era divagar, e aí valia mesmo o trocadilho. Filósofo profissional, levava a alcunha de professor – alcunha, porque apelido é coisa de colegial. Tratava-se de um homem de palavras sempre planejadas. Tanto que, gostava de dizer, suas afirmações eram sólidas, lembrando prontamente que existem ainda as líquidas e gasosas. Tudo variava conforme a sustentação dos argumentos.
Certo dia, seu amigo Manolo surpreendeu-o com um questionamento:
– Ser ou não ser?
Eis a questão. Bela questão. Se William Shakespeare não soube respondê-la, o que esperar de Enrique, o professor? Que divagasse. E assim foi, até o fim da vida. Morreu divagando, e sem a resposta. Prova de que a vida é implacável com os medíocres. Ou não?

22 março 2006

Virada!

E veio mesmo a virada. 3 a 2 pro Inter e classificação pras oitavas-de-final da Libertadores quase na mão.